Oscar
Data: 27/02/05 - Hora: noite - após a Big- Boa-vida-Baboseira
No Brasil: transmitido pela TV Globo.
Bom, meu comentário aqui fica por conta do nosso Walter Salles Jr, e seu filme indicado para o Oscar. Ontem ele deu uma entrevista na TV americana, se não me engano, e fez o que tinha de fazer: criticou a academia por não ter chamado o compositor Uruguaio, autor da canção tema de DIÁRIOS DE MOTOCICLETA, para a entrega do Oscar - a canção foi indicada entre as 5 melhores canções, meus queridos leitores. Cabe ao Waltinho, sim, mandar ver. Que falta de tudo destes americanos para com os sul americanos, heim! Ainda bem que em toda a regra...
Lamentável! Aliás, se eu fosse escrever somente o que lamento destes últimos governos no Brasil e, principalmente, do governo Americano... sei não, sei não.
obs. muito importante: Para agravar ainda mais minha veia indignada, mais uma vez o Governo do Estado do Rio de Janeiro está errando quando contrata novametne pessoal não concursado e, obviamente pistolado, alguns ( estou sendo caridosa novamente?), para assumirem as vagas de professsores da rede Estadual de Educação, em detrimento dos concursados de 2004, entre os quais me incluo. Mas já entrei em contato com o Secretário de Estado da Educação do Estado do RJ, afinal, minha ação cidadã ninguém tira. E conclamo a todos os professores concursados e não convocados para tomarem posse a se juntarem contra este estado de coisas, pois como já ouvi duas vezes somente hoje: uma andorinha só não faz verão. Tudo bem, concordo, mas que pode fazer barulho, a isso pode.
Diários de Motocicleta, foi dos melhores filme que assisti em 2004. isto já disse no letracine, outro blog meu. Quem ainda não viu, não perca a oportunidade quando ela reaparecer em breve, aliás, já está na programação do cine arte-uff, para março. Conhecer não somente as primeiras memórias de Che, e ainda fazer uma viagem pela América do Sul, não é para se perder não.
DIÁRIOS DE MOTOCICLETA CONCORRE A MELHOR ROTEIRO ADAPTADO E MELHOR CANÇÃO
Da redação Terra, copio aqui algumas informações para vocês:
Diários de Motocicleta, do diretor brasileiro Walter Salles, foi indicado pela própria Academia de Hollywood para concorrer nas categorias Roteiro Adaptado e Canção. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira pelo ator Adrien Brody, que levou o Oscar de Melhor Ator por O Pianista, em 2002.
Saiba mais sobre o filme e assista ao trailer
OPINE: Diários levará alguma estatueta?
Brasileiro Olga fica fora da disputa
Diários disputará na categoria Roteiro Adaptado com Antes do Pôr-de-Sol, Menina de Ouro, Sideways e Em Busca da Terra do Nunca. O roteiro é do estreante Jose Rivera, adaptado dos diários escritos por Ernesto Guevara (Che) e seu amigo Rodrigo De la Serna durante uma viagem de motocicleta feita em 1952. Cidade de Deus concorreu na mesma categoria no último ano.
Pelo prêmio de Melhor Canção, o filme será representado pela música El Otro Lado del Río e irá concorrer com Shrek 2, O Expresso Polar, O Fantasma da Ópera e The Chorus.
Diários de Motocicleta é falado em espanhol, financiado por grupos estrangeiros e feito por equipe técnica de latino-americanos. Por ser considerado pela Academia uma produção de múltiplos países, não pôde concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro. O representante brasileiro nesta categoria, Olga, não foi selecionado para disputar a estatueta.
Na disputa pelo Globo de Ouro deste ano de Melhor Filme Estrangeiro, Diários, produzido por Robert Redford, foi preterido pelo espanhol Mar Adentro, dirigido por Alejandro Amenábar e estrelado por Javier Bardem. Na disputa pela Palma de Ouro em Cannes, acabou perdendo para Fahrenheit 11/9, de Michael Moore.
O longa mostra a viagem de moto empreendida pelo então jovem estudante de medicina de 23 anos Ernesto Guevara de la Serna, interpretado pelo mexicano Gael García Bernal, com o amigo de 29 anos, o bioquímico Alberto Granado, vivido pelo argentino Rodrigo de la Serna.
Colado nos diários de viagem escritos pelos dois rapazes - De Moto pela América do Sul, de Guevara, e Con el Che por Sudamérica, de Granado -, o roteiro de José Rivera demarca o espaço para uma narrativa humanista, nada épica, calcada em pequenos acontecimentos cotidianos, vividos por duas pessoas comuns.
Escrito por Arteira plantonista às 08:50:49
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